Redes móveis estão-se a tornar cada vez mais rápidas que a rede Wi-fi

Redes móveis estão-se a tornar cada vez mais rápidas que a rede Wi-fi

Com base em informações recolhidas pela OpenSignel, sabe-se que as redes móveis começam a bater as velocidades do Wi-fi em muito países do planeta.

Há 10 anos atrás a rede Wi-fi era:

  • Muito mais rápida que a rede móvel – altura em que o Wi-fi era apoiado por ADSL ou modems por cabo funcionando em  Mbps. Mesmo para iPhones ou Smartphones Android posteriores, as redes móveis em 2008/9 eram apenas 3G e, muitas vezes, eram sobrecarregados pelo súbito aumento das vendas de smartphones.
  • Sempre mais barato, por ser o Wi-fi de casa ou do emprego. As redes móveis eram cobradas à parte, por um pequeno volume de dados.
  • Tinha uma capacidade muito maior. Tal como referido no ponto anterior, as operadoras cobravam pelos dados móveis, portanto podíamos aceder mais facilmente e ter Internet com mais velocidade e com capacidade de download (ainda limitada). Existindo a excepção do iPhone que começou por ter dados ilimitados, retirados mais tarde pelas operadoras.

Mas o mundo mudou drasticamente desde essa altura e passamos a ter:

  • Rede 4G, que veio proporcionar uma melhoria de qualidade na experiência do utilizador;
  • Hoje em dia a maioria da população tem um smartphone.
  • O consumo da visualizações de video através do telemóvel explodiu, tornando-se assim um dos meios principais para ver TV.

De acordo com este estudo, em 33 países, as redes 4G chegam a ser mais rápidas que as redes Wi-fi. Isto corresponde a 33% dos países.

De facto, ver esta evolução das velocidades das redes móveis pode fazer com que pensemos que o telemóveis se estão a tornar “no nosso melhor amigo”, e que com a chegada das redes 5G vai ser uma mais valia para se estar em constante contacto com o mundo de uma forma cada vez mais rápida.

fonte:

https://pplware.sapo.pt/internet/redes-moveis-velocidades-wi-fi-paises/

https://opensignal.com/reports-data/global/data-2018-11/state_of_wifi_vs_mobile_OpenSignal_201811.pdf