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	<title>Mulheres &#8211; Blog Goweb Agency</title>
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	<description>Blog Goweb com novas tendências para web, tudo sobre como ter uma boa presença online.</description>
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		<title>TEDx Porto Women by Cláudia Pinto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 15:36:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Goweb proporcionou-nos a oportunidade de ir ao TEDx Porto Women no passado sábado, dia 4/11. Foi a minha primeira experiência num TEDx! 🙂</span></p>
<p>A expectativa era elevada, sabia mais ou menos o que me esperava, já que conhecia o formato dos TEDx, e também o tema deste em particular, que não é de todo estranho ao meu género feminino: os desafios, preconceitos e estereótipos que as mulheres têm de ultrapassar diariamente no mundo, muitas vezes pelo simples facto de serem mulheres!</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comigo, foi também uma colega da Goweb, estagiária na área de Web design, a Telma Dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o check-in, ofereceram-nos um ‘gift bag’, a cada uma, com um pequeno bloco, uma esferográfica e um crachá que, no verso, era um espelho (fiquei com dúvidas em relação a este objeto &#8211; seria porque estávamos num TEDx &#8216;Women&#8217;??).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando entramos no auditório, sentamos e abrimos os blocos. Havia uma questão diferente em cada bloco:</span></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-828" src="https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2017/11/23231128_1671847896167992_3110230784255147075_n-169x300.jpg" alt="Qual foi o melhor conselho" width="169" height="300" srcset="https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2017/11/23231128_1671847896167992_3110230784255147075_n-169x300.jpg 169w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2017/11/23231128_1671847896167992_3110230784255147075_n.jpg 540w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> &#8211; A questão que me saiu foi: &#8220;</span><b>Qual o melhor conselho que já recebeste</b><span style="font-weight: 400;">?&#8221; &#8211; para mim esta resposta foi fácil! Já pensei muito sobre isto, já vivi o bastante, a nível pessoal e profissional, para que essa resposta seja intrínseca, natural, embora nem sempre fácil de colocar em prática! ☺ &#8211; «Não tenhas medo de nada!»</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> &#8211; À Telma saiu: &#8220;Se soubesses que ficarias cega amanhã, qual seria a última coisa que querias ver? Porquê?&#8221; &#8211; resposta bem mais complicada, desde logo pela condição de cegueira, e depois, pelas tantas coisas que quereria VER, tornando a escolha muito difícil!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Telma respondeu: ver quem mais ama! ☺</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira oradora abordou o tema das diferenças rapaz/rapariga, incutidas pela sociedade. </span><b>Homens e mulheres, apesar de física e fisiologicamente diferentes, têm as mesmas capacidades intelectuais e emocionais</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> &#8211; </span><span style="font-weight: 400;">Mas</span><span style="font-weight: 400;">: as meninas são ensinadas a cuidar, os meninos a construir. As meninas são incentivadas a brincar com bonecas e os meninos com carros e jogos. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As raparigas consideram a inteligência e a competitividade atributos masculinos&#8230; (segundo um dos vários estudos que se fazem sobre esta temática). Quando perguntaram a um grupo de raparigas a que se deviam as boas notas na escola atribuíram a trabalho, esforço e estudo. Os rapazes responderam à mesma questão com: &#8220;deve-se às minhas capacidades&#8221;! </span></p>
<p><b>Somos nós, a Sociedade, que permite e incentiva esta forma de estar.</b><span style="font-weight: 400;"> Este tema foi o mote para refletir no nosso papel de mulheres: profissionais, mães, educadoras, colegas, amigas&#8230; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sociedade, que maioritariamente, se foca no ensino em vez de na aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Avançamos então para a intervenção seguinte: </span><b>o que podemos fazer para mudar o mundo?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos nós, homens ou mulheres, podemos mudar o que nos propusermos. Como? Começando por nós mesmos. Nada de novo. Já sabíamos isto, não é? Talvez não. Se, realmente, o soubéssemos, o mundo seria diferente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecemos o Nour Machlah, imigrante e refugiado Sírio, (não, não estavam só mulheres no TEDx Porto Women ☺) que nos falou da sua experiência cá em Portugal enquanto imigrante e arquitecto, e </span><b>dos estereótipos e preconceitos que, quase todos nós, acabamos por demonstrar em alguns momentos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falou-se, também, de como </span><b>não temos de saber tudo sobre uma coisa para dar um contributo válido, para a explorar, melhorar ou mudar</b><span style="font-weight: 400;">. A cientista Anushka Naiknaware (de apenas 14 anos, que criou uma ligadura que avisa o seu utilizador quando precisa de ser mudada) é a prova disto mesmo: não sabia nada de feridas crónicas ou de tratamentos. Sabia que queria fazer algo para melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem desta condição, em algum momento das suas vidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Navvab Aly, fundadora da página &#8216;A Preta Aly&#8217;, na qual ajuda meninas e mulheres a cuidar do seu cabelo, comoveu-nos com as dificuldades de ser mulher negra. O preconceito e o racismo que enfrenta apenas pelos seus fios de cabelo e por não se enquadrar no que se espera de uma &#8220;mulher africana&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui pensei&#8230; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> «- Afinal não travo tantas lutas diárias&#8230; podiam ser mais. Sim. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas será certa esta forma de pensar, estarei a desligar-me da luta dela?! Esta luta também é minha! Eu posso mudar as coisas, começa por mim!»</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Houve uma &#8220;talk&#8221; que me marcou, porque não saiu exatamente da boca da Sally Kohn, ex-bully e autora de &#8216;Hate&#8217;, o que eu esperava. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começou por falar de bullying na escola, contra uma colega, e de como o bullying é ódio, não só para com a vítima, mas para com o próprio que o pratica. De como um pedido de desculpa não chega se não mudamos a nossa forma de pensar e sentir, realmente. E deixou a questão: o ódio que alguém sente por outra pessoa, sendo essa pessoa alguém &#8220;odioso&#8221;, é mais legítimo do que o ódio ou desprezo por alguém que não odeia esse ser &#8220;odioso&#8221;?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo (da Sally Kohn) : se odeio os nazis (e bem, porque são odiosos) devo odiar quem gosta de nazis?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resposta</span><b>: ódio é ódio, em todas as vertentes, sob todas as suas formas. Ter ódio por alguém que é considerado odioso não faz de mim uma pessoa melhor.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi esta questão que mais me fez, e ainda faz pensar, até que a resposta saia, de forma natural, de mim mesma.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação à </span><b>Felicidade de ser mulher</b><span style="font-weight: 400;">, e às dificuldades que enfrentamos, diariamente, no mundo, umas mais, outras menos, são todas verdadeiras, sim, infelizmente. Mas, creio, ultrapassáveis, porque a capacidade de mudança está em nós! </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Conquistamos já muito, desde há séculos, lutamos todos os dias para conquistar mais, e conquistaremos sempre!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada Goweb, pela oportunidade! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada Telma, pela companhia, e pela troca de confidências e experiências! ☺</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bk5c9-0-0"><span data-offset-key="bk5c9-0-0"><span data-text="true">Conheça a Cláudia Pinto.</span></span></div>
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<h6 class="_1mf _1mj" data-offset-key="350l1-0-0"><span data-offset-key="350l1-0-0"><span data-text="true">Clientes, projetos, reuniões, &#8216;kick-offs&#8217;, &#8216;timelines&#8217;, planeamento, equipas, clientes [clientes outra vez, que são o melhor do mundo! :-)] constituem o meu dia-a-dia na Goweb. Viciada em cinema, livros e decoração, adoro o que faço e sinto-me realizada sempre que um cliente diz: &#8220;Obrigado à equipa, era mesmo isto que eu queria!&#8221; 🙂</span></span></h6>
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<p>&nbsp;</p>
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