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	<title>Goweb Guests &#8211; Blog Goweb Agency</title>
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	<description>Blog Goweb com novas tendências para web, tudo sobre como ter uma boa presença online.</description>
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	<title>Goweb Guests &#8211; Blog Goweb Agency</title>
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		<title>Linguagens e Frameworks da área Mobile</title>
		<link>https://blog.goweb.pt/linguagens-frameworks-mobile/</link>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Goweb Agency]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Goweb Guests]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign and development]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Que soluções existem no mercado para solucionar o desenvolvimento de aplicações móveis? Quais são as diferenças, vantagens e desvantagens das diversas tecnologias? Qual a melhor tecnologia para o meu projeto? Neste artigo serão respondidas todas essas questões e outros aspetos relevantes de modo que tenha um maior conhecimento das várias ofertas existentes no mercado. &#160; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Que soluções existem no mercado para solucionar o desenvolvimento de aplicações móveis? Quais são as diferenças, vantagens e desvantagens das diversas tecnologias? Qual a melhor tecnologia para o meu projeto? Neste artigo serão respondidas todas essas questões e outros aspetos relevantes de modo que tenha um maior conhecimento das várias ofertas existentes no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Tecnologias Existentes</h1>
<p>Atualmente existem diversas soluções para se poder desenvolver uma aplicação móvel, desde as linguagens nativas de Android e iOS, até às soluções <em>cross-platform</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Linguagens Nativas</h2>
<p>Uma aplicação nativa é um tipo de aplicação que é programada através da linguagem que o sistema operativo em questão compreende. De modo a se poder construir este tipo de aplicações para dispositivos móveis Android e iOS, é necessário codificá-las utilizando as linguagens <strong>Java</strong> ou <strong>Kotlin</strong> no caso de <em>smartphones</em> Android, e <strong>Swift</strong> ou <strong>Objective-C</strong> no caso de <em>smartphones</em> da marca Apple. A grande particularidade da abordagem nativa é o facto de haver total personalização e acesso aos mais variados componentes de hardware e software do sistema, bem como ter a garantia de máximo desempenho nas aplicações desenvolvidas. A acrescentar a esses pontos, uma aplicação desenvolvida neste tipo de linguagem possui vantagens na adição de novas funcionalidades provenientes de novos <em>updates</em> do sistema operativo em comparação com as soluções <em>cross-platform</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Linguagens de Android</h3>
<p>As linguagens nativas oficiais para programar aplicações nativas em Android são <strong>Java</strong>, criada pela Sun Microsystems, e <strong>Kotlin</strong>, desenvolvida pela JetBrains.</p>
<p>Java é uma linguagem de programação criada em 1995 pela Sun Microsystems, que foi posteriormente vendida à Oracle passados uns anos. Apesar da sua idade, continua a ser uma linguagem muito utilizada no mercado, estando presente em mais de 3 biliões de <em>smartphones</em> em todo o mundo e continua a ser uma das linguagens mais utilizadas para o desenvolvimento de aplicações [1].</p>
<p>Por sua vez, Kotlin é uma linguagem de programação criada em 2010 e lançada ao público em 2011 pela JetBrains, que tem como objetivo principal ser uma linguagem capaz de ser segura, eficiente e funcionar em conjunto com outras linguagens de programação como Java por causa dos seus projetos internos. É assim uma linguagem que pode ser escrita para desenvolver projetos de <em>back-end</em>, <em>front-end</em>, <em>cross-platform</em> e aplicações Android [2].Em maio de 2017, a Jetbrains anunciou que Kotlin era oficialmente suportado pelo sistema operativo Android, tornando-se assim uma das linguagens nativas do sistema [3] e a recomendada pela equipa da Google para o desenvolvimento de aplicações, com &#8220;mais de 60% dos desenvolvedores Android profissionais&#8221; a utilizarem-na para a construção de aplicações [4].</p>
<p>Uma vez que o sistema operativo Android é livre, é possível programar aplicações para este software a partir de qualquer computador Windows, Mac ou Linux. No entanto, devido à quantidade considerável de <em>smartphones</em> que utilizam este sistema operativo, torna-se. desafiante a construção de um <em>layout</em> uniforme para todos os tipos de ecrãs. Para além disso, devido ao facto de ser um sistema operativo livre que todas as marcas de telemóveis (com exceção da Apple) utilizam, torna-se desafiante assegurar o mesmo nível de performance numa vasta gama de <em>smartphones</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Linguagens de iOS</h3>
<p>As linguagens nativas oficiais para programar aplicações nativas em iOS são <strong>Objective-C</strong> e <strong>Swift</strong>, ambas criadas pela Apple.</p>
<p>Objective-C é uma linguagem de programação orientada a objetos derivada de C criada em 1984 e era até à chegada do Swift a linguagem de programação principal das aplicações de todos os dispositivos Apple [5]. Continua a ser uma linguagem bastante utilizada no mercado, devido à sua estabilidade e compatibilidade com bibliotecas de C e C++.</p>
<p>A linguagem de programação abordada no parágrafo anterior foi substituída pela nova tecnologia denominada Swift em 2014. É uma linguagem que pretende substituir as linguagens derivadas de C, apesar de ainda estar dependente da linguagem Objective-C ao ser executada em ambiente Apple. Esta linguagem <em>open-source</em> não só permite a elaboração de aplicações para todo o espectro de dispositivos da marca, como também permite a elaboração de aplicações em Linux e num futuro próximo noutras plataformas [6]. Embora seja possível programar aplicações da marca em qualquer dispositivo digital, a sua testagem, execução e distribuição do programa para a loja App Store necessita de ser realizada utilizando um computador da Apple, o que pode ser um problema a ter em consideração caso esteja planeado a construção de uma aplicação em iOS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cross-Platform</h2>
<p>Código <em>cross-platform</em> é um tipo de código redigido através de certas linguagens de programação ou <em>frameworks</em> que permite que apenas seja necessário um código base numa dessas tecnologias suportadas para que o código redigido seja compilado para diversas plataformas, nomeadamente para Android e iOS. Assim, torna-se uma opção a ter em conta para equipas que necessitam de implementar com rapidez uma aplicação para diferentes plataformas, ou para equipas que necessitam de desenvolver uma aplicação para Android e iOS mas não possuem conhecimento numa das linguagens nativas (ou ambas).</p>
<p>Para auxiliar no processo de desenvolvimento de aplicações, a grande maioria das tecnologias possuem uma funcionalidade denominada &#8220;hot reloading&#8221;, em que não é necessário compilar novamente o código para visualizar as alterações efetuadas. Sempre que é detetado uma mudança, o código é automaticamente atualizado e é possível ver as alterações em poucos segundos. Torna-se assim uma mais-valia para os programadores terem mais rapidez na implementação do <em>software</em>.</p>
<p>No entanto, existem diferenças entre o tipo de aplicações que certas frameworks e linguagens produzem, nomeadamente <strong>aplicações híbridas</strong> e <strong>aplicações nativas</strong>.</p>
<p>Aplicações híbridas são aplicações que são elaboradas através de linguagens feitas para a Web (como é o caso de HTML, CSS e Javascript), mas que possuem a particularidade de através de certas integrações terem acesso às funcionalidades nativas do <em>smartphone</em> (como é o caso da câmera, notificações, Bluetooth, entre outros). Este tipo de aplicações é executado através do auxílio de <em>WebViews</em> presentes no sistema operativo, que são componentes que simulam um <em>browser</em>.  Desta forma, estas aplicações têm um comportamento nativo apesar de se comportarem como um website [7].</p>
<p>Por sua vez, aplicações nativas são aplicações que são programadas através das linguagens nativas do dispositivo móvel. No caso das <em>frameworks cross-platform</em>, apesar de se poder interligar elementos nativos desenvolvidos através das linguagens referidas anteriormente, o processo de desenvolvimento destas aplicações é feito através de um código base noutra linguagem de programação (Javascript, Dart, entre outros) que depois é transformado em código nativo no processo de compilação e construção da aplicação. Dependendo da tecnologia utilizada, o método de compilação da aplicação pode ser diferente e originar diferenças em termos de desempenho.  Tome-se o exemplo da <em>framework</em> Flutter que, ao contrário de outras <em>frameworks</em> como React Native em que existe uma ponte entre as <em>threads</em> de Javascript e nativas aquando da sua execução, compila todo o código para linguagem nativa [8].</p>
<p>Atualmente, existem diversas opções para escrever código <em>cross-platform</em>. Nas subsecções seguintes serão analisadas algumas das <em>frameworks</em> que estão entre as mais populares [9].</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ionic</h3>
<p>Ionic é uma <em>framework</em> criada em 2012 por Max Lynch and Ben Sperry que permite aos desenvolvedores programarem aplicações móveis em Javascript, permitindo que o código seja partilhado entre dispositivos móveis (Android e iOS), <em>Web</em> e Desktop. Até ao momento de redação do artigo, é considerada a maior plataforma de <em>Javascript</em> para desenvolver aplicações desta natureza, representando 20% de todas as aplicações presentes nas lojas de aplicações [10].</p>
<p>A grande vantagem desta ferramenta em comparação com as restantes é a possibilidade de os desenvolvedores poderem escolher qual a <em>Web Framework </em>que pretendem para desenvolver este tipo de aplicações. Desta forma, os programadores podem usar uma das principais plataformas Web (React, Angular ou Vue.js) ou utilizar Javascript puro. Para além disso, Ionic possui uma série de <em>plugins</em> e componentes desenvolvidos pela empresa [11] que auxiliam ainda mais o processo de desenvolvimento, assim como disponibilizam um conjunto de integrações com serviços externos (feitas pela empresa e pela comunidade) [12]. As características mencionadas anteriormente levam a que seja mais simples para os desenvolvedores Web implementarem aplicações móveis, e não sejam necessárias equipas especializadas em diferentes plataformas.</p>
<p>Esta <em>framework</em> é compilada nos dispositivos móveis como se tratasse de um <em>website</em>, sendo assim considerada uma aplicação híbrida. Isso leva a que certas funcionalidades dos telefones (tais como câmara, GPS, Wi-Fi, entre outros) não sejam suportadas diretamente pela <em>framework</em>, sendo necessário recorrer a plugins de ferramentas como Cordova ou Capacitor (desenvolvida pela Ionic). Outro aspeto negativo é o facto de certas integrações externas desenvolvidas pela Ionic (Microsoft Active Directory, Google Pay, Apple Pay, entre outros) não serem gratuitas. Por último, devido ao facto de não ser uma aplicação nativa, a performance pode ser prejudicada dependendo do tamanho e complexidade da aplicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>NativeScript</h3>
<p>A <em>framework</em> NativeScript criada pela Progress Software Corporation é uma ferramenta que permite construir aplicações nativas para Android e iOS. À semelhança do que acontece na <em>framework</em> Ionic, os desenvolvedores que utilizam esta ferramenta têm a oportunidade de escolher a Web Framework que preferirem, Javascript puro ou Typescript [13]. Por ser uma ferramenta que permite a construção de aplicações nativas, é possível aceder às API’s nativas dos dispositivos móveis para ter acesso a todas as funcionalidades (câmara, GPS, Wi-Fi, entre outros), bem como desempenhar melhorias a nível de desempenho e elaborar componentes nativos.</p>
<p>Apesar de ser uma ferramenta com menos popularidade que React Native e Flutter, possui uma comunidade sólida que desenvolve diversos <em>plugins</em> para interligar funcionalidades nativas, elaborar componentes personalizados ou auxiliar no processo de desenvolvimento de aplicações [14].</p>
<p>No entanto, na possibilidade de não existir um <em>plugin</em> que faça o que é pretendido, poderá ser necessário desenvolver essa funcionalidade nas linguagens nativas dos sistemas operativos dos dispositivos móveis. Essa restrição pode vir a ser um problema para a equipa de desenvolvedores da aplicação caso não tenham conhecimento alargado dessas tecnologias. É também importante salientar que como a aplicação é construída através de uma <em>WebFramework</em>, o espaço de ocupação da aplicação no disco será consideravelmente maior do que as restantes tecnologias. Caso a conexão de internet do dispositivo móvel seja medíocre, a experiência de utilização da aplicação será prejudicada [15].</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Flutter</h3>
<p>Flutter é uma <em>framework</em> desenvolvida pela Google que permite produzir aplicações nativas para não só dispositivos móveis (Android e iOS), como também para Web e Desktop (Windows, macOS e Linux). A acrescentar a esses aparelhos eletrónicos, a nova versão de Flutter lançada no dia 3 de março de 2021 permite a compatibilidade com dispositivos eletrónicos do dia-a-dia, como televisões, aparelhos domésticos inteligentes e carros [16]. Assume-se assim como a ferramenta <em>cross-platform</em> que suporta a maior quantidade de dispositivos digitais de raiz.</p>
<p>Embora esta <em>framework</em> permita construir aplicações nativas, o método de compilação é diferente face a ferramentas como React Native ou NativeScript. Tal como foi explicado anteriormente, o código elaborado em Dart (linguagem utilizada em Flutter) é compilado através de duas máquinas virtuais de Dart, que compilam o código para código nativo [8]. Desta forma, Flutter consegue melhorias em termos de performance face à concorrência, apesar de não possuir o mesmo nível de performance que as linguagens nativas.</p>
<p>Assim como as ferramentas descritas anteriormente, Flutter disponibiliza uma série de componentes (<em>widgets</em>) que facilitam no processo de desenvolvimento da aplicação [17].</p>
<p>Contudo, existem certos pontos negativos no uso desta <em>framework</em>. O facto desta ferramenta necessitar de ser programada em Dart pode levar aos desenvolvedores que beneficiam deste tipo de tecnologia cross-platform (os desenvolvedores Web) a necessitarem de dispensar algum tempo a aprender como se utiliza. Para além disso, e apesar de ser uma biblioteca em constante crescimento, continua a ser menos popular que React Native, o que leva a que não haja tantas soluções da comunidade para certos problemas comuns no desenvolvimento destas aplicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>React Native</h3>
<p>A ferramenta React Native é uma <em>framework</em> desenvolvida pela rede social Facebook em 2015 que foi construída tendo por base a <em>web framework</em> principal React. Permite a elaboração de aplicações para dispositivos móveis (Android e iOS) e para a Web. Para além dessas plataformas, existem projetos da comunidade selecionados pela equipa de React Native que permitem construir aplicações para outros dispositivos digitais, tais como <em>desktop</em> (Windows e macOS), tvOS (sistema operativo da AppleTV), entre outros. Para os mais experientes, é possível criar uma forma de interligar React Native com a plataforma desejada [18].</p>
<p>Esta ferramenta tem a particularidade de possuir uma das maiores comunidades existentes neste tipo de código <em>cross-platform</em>, com mais de 95 mil estrelas e mais de 20 mil <em>forks</em> no repositório GitHub [19] da <em>framework</em>, bem como a existência de milhares de bibliotecas que auxiliam o processo de desenvolvimento das aplicações. Destaca-se a comunidade React Native Community que possui muitas soluções suportadas pela equipa oficial do React Native [20]. Deste modo, é considerada a <em>framework</em> mais popular em 2020 para elaboração de aplicações móveis segundo o Stack Overflow [21]. O espectro de utilizadores é diversificado: desde grandes empresas (algumas na lista de &#8220;Fortune 500&#8221;) até startups apostaram nesta tecnologia para desenvolver as suas aplicações [22].</p>
<p>No caso de ser necessário implementar uma funcionalidade que ainda não foi solucionada por bibliotecas da comunidade, suportar alguma funcionalidade não nativa ou melhorar a performance da aplicação, React Native oferece a oportunidade de se poder programar em linguagens nativas, e fazer posteriormente a conexão entre as linguagens. Existe também a possibilidade de usar certas bibliotecas desenvolvidas para a <em>web framework</em> React (desde que sejam devidamente adaptadas para React Native). A <em>framework</em> oferece uma série de componentes nativos, no entanto ao contrário das opções anteriormente discutidas, não possui componentes complexos de raiz, como é o caso de navegação, formulários, entre outros. No entanto, existem bibliotecas da comunidade que resolvem a maior parte desses problemas.</p>
<p>Apesar da elevada popularidade da tecnologia e ter mais de 5 anos de mercado, esta framework continua em estado <em>beta</em>, pelo que ainda não é considerada uma tecnologia estável (embora diversas empresas continuarem a apostar nesta tecnologia, como Facebook, Discord, Microsoft, Tesla ou Uber [22]). Para além disso, e embora o projeto seja <em>open-source</em>, a tecnologia é maioritariamente atualizada segundo as exigências das aplicações do Facebook, pelo que certas funcionalidades podem demorar mais tempo a chegar à framework. Por último, é de salientar que um projeto de React Native irá ter bastantes bibliotecas de dependências, que poderão fazer com que o processo de compilação do código seja mais demorado, o espaço ocupado pela aplicação seja maior e levar a problemas de performance. Para tentar minimizar essa situação, poderá ser necessário construir os próprios componentes usando Javascript (React Native) ou linguagens nativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Comparação das tecnologias utilizadas</h2>
<p>Todas as linguagens e <em>frameworks</em> exploradas têm a particularidade de serem ferramentas que permitem produzir aplicações móveis. No entanto, apesar de o produto final ser praticamente o mesmo independentemente da tecnologia utilizada, existem certas características que se devem terem consideração no processo de escolha da ferramenta mais acertada para o projeto.</p>
<p>A grande diferença entre a construção de aplicações móveis através de linguagens nativas e cross-platform tem a ver sobretudo com o grau de rapidez de desenvolvimento de aplicações móveis para ambos os sistemas operativos. Enquanto nas linguagens nativas é necessário dois projetos em separado para realizar uma aplicação para Android e outra para iOS, nas <em>frameworks cross-platform </em>é apenas necessário um código base para poder ser compilado para ambos os sistemas operativos. Apesar do processo de desenvolvimento das <em>apps</em> ser mais célere, existem diferenças em termos de performance devido ao processo de compilação destas aplicações, não sendo recomendada a sua utilização em aplicações com bastante complexidade.</p>
<p>Dentro das ferramentas <em>cross-platform</em>, existem diversas diferenças no método de escrita do código da aplicação, processo de execução e compilação, entre outros.  Tome-se o exemplo da <em>framework</em> Ionic que ao ser uma ferramenta para elaborar aplicações híbridas faz com que estas sejam executadas como um website, ao contrário das restantes <em>frameworks</em> analisadas. Para além disso, por serem aplicações híbridas e serem executadas nas <em>WebViews</em> dos smartphones, o desempenho será inferior às outras ferramentas que produzem aplicações nativas.</p>
<p>Para maior compreensão das características das diferentes tecnologias abordadas, as tabelas seguintes fazem referência aos atributos de cada ferramenta e respetivas comparações.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-1597 size-full" src="https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem1.png" alt="Imagem1" width="513" height="266" srcset="https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem1.png 513w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem1-300x156.png 300w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem1-410x213.png 410w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem1-100x52.png 100w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem1-275x143.png 275w" sizes="(max-width: 513px) 100vw, 513px" /> <img class="aligncenter wp-image-1598 size-full" src="https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem2.png" alt="Imagem2" width="532" height="258" srcset="https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem2.png 532w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem2-300x145.png 300w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem2-410x199.png 410w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem2-100x48.png 100w, https://blog.goweb.pt/wp-content/uploads/2021/05/Imagem2-275x133.png 275w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Conclusão</h1>
<p>Após a exploração das tecnologias existentes no mercado, não existe nenhuma que seja definitivamente melhor que outra. Todas as linguagens e <em>frameworks</em> tem as suas vantagens e desvantagens, cabendo à equipa de desenvolvimento de aplicativos considerar as características de cada uma e fazer uma análise de qual será a melhor tecnologia a adotar para o projeto em questão.</p>
<p>Com a constante evolução das tecnologias existentes e surgimento de novas soluções, o futuro do desenvolvimento de aplicações móveis assume-se promissor, e deve ser algo que as empresas devem ter em consideração para poderem expandir o seu negócio empresarial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Referências</h1>
<ol>
<li>Oracle, “Obtenha informações sobre a tecnologia Java,” [Online]. Available: https://www.java.com/pt-BR/about/.</li>
<li>Kotlin, “Get started with Kotlin,” [Online]. Available: https://kotlinlang.org/docs/getting-started.html##create-your-powerful-application-with-kotlin.</li>
<li>M. Shafirov, “Kotlin on Android. Now official,” [Online]. Available: https://blog.jetbrains.com/kotlin/2017/05/kotlin-on-android-now-official/.</li>
<li>Android, “Desenvolver apps Android com o Kotlin,” [Online]. Available: https://developer.android.com/kotlin.</li>
<li>Apple, “About Objective-C,” [Online]. Available: https://developer.apple.com/library/archive/documentation/Cocoa/Conceptual/ProgrammingWithObjectiveC/Introduction/Introduction.html.</li>
<li>Swift, “About Swift,” [Online]. Available: https://swift.org/about/##swiftorg-and-open-source.</li>
<li>Ionic, “What is Hybrid App Development?,” [Online]. Available: https://ionic.io/resources/articles/what-is-hybrid-app-development.</li>
<li>Dart, “Dart overview,” [Online]. Available: https://dart.dev/overview##platform.</li>
<li>Statista, “Cross-platform mobile frameworks used by software developers worldwide in 2019 and 2020,” [Online]. Available: https://www.statista.com/statistics/869224/worldwide-software-developer-working-hours/.</li>
<li>Ionic, “About Ionic,” [Online]. Available: https://ionic.io/about.</li>
<li>Ionic, “UI Components,” [Online]. Available: https://ionicframework.com/docs/components.</li>
<li>Ionic, “Integrations,” [Online]. Available: https://ionicframework.com/integrations.</li>
<li>NativeScript, “Introduction | NativeScript,” [Online]. Available: https://docs.nativescript.org/.</li>
<li>N. Marketplace, “NativeScript Marketplace,” [Online]. Available: https://market.nativescript.org/.</li>
<li>N. Kamienski, “React Native vs. NativeScript: Comparison,” [Online]. Available: https://pagepro.co/blog/react-native-nativescript-comparison/.</li>
<li>Google, “Announcing Flutter 2,” [Online]. Available: https://developers.googleblog.com/2021/03/announcing-flutter-2.html.</li>
<li>Flutter, “Material Components Widgets,” [Online]. Available: https://flutter.dev/docs/development/ui/widgets/material.</li>
<li>R. Native, “Out-of-Tree Platforms,” [Online]. Available: https://reactnative.dev/docs/out-of-tree-platforms.</li>
<li>GitHub, “A framework for building native apps with React,” [Online]. Available: https://github.com/facebook/react-native.</li>
<li>GitHub, “React Native Community,” [Online]. Available: https://github.com/react-native-community.</li>
<li>S. Overflow, “Stack Overflow Developer Survey 2020,” [Online]. Available: https://insights.stackoverflow.com/survey/2020##technology-other-frameworks-libraries-and-tools.</li>
<li>R. Native, “Who&#8217;s using React Native?,” [Online]. Available: https://reactnative.dev/showcase.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Como Selecionar a sua Foto de Perfil</title>
		<link>https://blog.goweb.pt/selecionar-foto-perfil/</link>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 11:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Goweb Agency]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Goweb Guests]]></category>
		<category><![CDATA[Sabia Que]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sabe como selecionar a melhor foto para o seu perfil de LinkedIn? Como profissionais, independentemente da área em que nos encontramos, pretendemos passar sempre uma certa imagem de nós mesmos. Essa imagem pode depender da empresa em que estamos empregados, do nosso cargo, e também da nossa vontade. Assim sendo, deixo-lhe 6 aspetos que deve [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe como selecionar a melhor foto para o seu perfil de LinkedIn?</p>
<p>Como profissionais, independentemente da área em que nos encontramos, pretendemos passar sempre uma certa imagem de nós mesmos. Essa imagem pode depender da empresa em que estamos empregados, do nosso cargo, e também da nossa vontade. Assim sendo, deixo-lhe 6 aspetos que deve ter em conta na escolha da sua foto:</p>
<ul>
<li><strong>Emprego</strong> – é o primeiro detalhe a que tem de ter atenção. A foto que escolher tem de se relacionar com o seu emprego. Por exemplo, se é ciclista profissional, não faz sentido colocar uma foto de fato e gravata – pelo contrário, poderá, por exemplo, colocar uma foto com o seu equipamento vestido.</li>
<li><strong>Profissionalismo</strong> – a primeira tendência quando se escolhe uma foto de perfil, é ir automaticamente selecionar uma em que estejamos mais bonitos. Pois, errado, deve preferir uma mais simples que retrate o seu lado profissional. Aquela sua fotografia muito bonita na praia que tirou no Dubai, não é uma boa opção.</li>
<li><strong>Confiança</strong> – não tenha medo de manter um olhar firme, um profissional, independentemente do seu cargo, deve sempre estar confiante sobre si. Evite o olhar “tímido”.</li>
<li><strong>Carisma</strong> – pense na sua foto de perfil como sendo a sua marca, crie um magnetismo pessoal, atraia bons profissionais e bons potenciais clientes. Ser carismático não é importante apenas para a sua foto, mas também para o seu emprego. Sorria, mostre as suas capacidades através de uma expressão facial/corporal.</li>
<li><strong>Responsabilidade</strong> – esta deve estar sempre presente, o senso de responsabilidade é o que transmite vários outros fatores e faz com que as suas conexões criem confiança em si. Quando atingido um bom equilíbrio entre profissionalismo e qualidade da sua foto de perfil, é absolutamente capaz de demonstrar responsabilidade. Este fator é maioritariamente refletido pelo fundo em qual tira a sua foto e vai de encontro ao profissionalismo.</li>
<li><strong>Outras características pessoais que podem ser identificadas como importantes</strong> – por exemplo, comediantes pretendem passar uma imagem mais engraçada enquanto modelos estariam interessados em passar uma imagem mais atrativa e confiante sob si mesmo.</li>
</ul>
<h5>Características das Fotografias</h5>
<p>Com certeza que já desejou ter fotos iguais, isto é, com a mesma qualidade e harmonia, às publicadas por figuras públicas. Por isso, ofereço-lhe três dicas sobre como ter fotografias de qualidade:</p>
<ul>
<li>Deve estar sempre entre o plano médio e o plano médio curto &#8211; a sua imagem deve conter da cabeça, até ao nível dos braços, ou pelo menos até ao nível do peito.</li>
<li>Ter um fundo limpo &#8211; independentemente da cor, funciona muito bem. Fundos reais são mais aplicáveis em circunstâncias práticas como por exemplo, praticantes de desporto (podem considerar aplicar um fundo de acordo com a profissão que exercem). <strong>Apesar de desconsiderado, o fundo influencia imenso a imagem que se pretende transmitir.</strong></li>
<li><em>Um pequeno detalhe, mas muito importante.</em> A sua expressão física e facial! Um olhar mais subtil, um sorriso, a posição, o cruzar de braços &#8211; todos estes são detalhes que certamente irão descrever a sua imagem. Voltemos ao exemplo anterior, um comediante colocaria uma fotografia em que se estivesse a rir e numa posição frontal com as mãos em “thumbs-up”. Um modelo preferiria um ângulo mais lateral que revele os traços faciais e as linhas corporais, com um olhar confiante!</li>
</ul>
<p>Relembro que há casos e casos, <strong>mas</strong> pondere sempre o que se enquadra melhor na sua profissão!</p>
<p>Vou lançar-lhe um desafio! Observe a seguinte imagem, o que lhe transmite?</p>
<div class="slate-resizable-image-embed slate-image-embed__resize-full-width"><img src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4D12AQGQeWceIDmPNw/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1620125323820?e=1627516800&amp;v=beta&amp;t=UbJZb_gHZiKQ942waDVEs0avvZupZquV2nfEoy4N_nM" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem" data-media-urn="" data-li-src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4D12AQGQeWceIDmPNw/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1620125323820?e=1627516800&amp;v=beta&amp;t=UbJZb_gHZiKQ942waDVEs0avvZupZquV2nfEoy4N_nM" /></div>
<p>No meu ponto de vista, considero que seja um potencial CEO, responsável, e pronto para avançar com os seus projetos!</p>
<p>Lembre-se sempre, tudo depende de si, do que você representa e da imagem que realmente quer passar. Livre-se das selfies com o sol a bater na cara ou das fotografias de corpo inteiro em cima de uma montanha que ficou feliz em subir!</p>
<p>Seja a sua profissão!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>6 Ferramentas indispensáveis ao trabalhar em Marketing Digital</title>
		<link>https://blog.goweb.pt/6-ferramentas-indispensaveis-marketing-digital/</link>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 11:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Susana Ferreira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Goweb Guests]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sabia Que]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Marketing Digital consiste num conjunto de estratégias de mercado realizadas online de forma a atrair novos negócios, converter um visitante em potenciais clientes e desenvolver uma identidade de marca sendo uma das principais formas que as empresas têm para comunicar com os seus público de forma direta e personalizada. Com uma constante evolução do [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Marketing Digital consiste num conjunto de estratégias de mercado realizadas online de forma a atrair novos negócios, converter um visitante em potenciais clientes e desenvolver uma identidade de marca sendo uma das principais formas que as empresas têm para comunicar com os seus público de forma direta e personalizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma constante evolução do marketing digital deparamo-nos com a necessidade de fazer cada vez mais e melhor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É nesse sentido que surgem as ferramentas de marketing digital. Estas têm sido, ao longo dos anos, adaptadas e criadas de forma criativa para acelerar as rotinas do trabalho, de forma a melhor a gestão de tarefas e projetos, facilitar a otimização dos conteúdos, melhorar a imagem da marca nas redes sociais , reforçar a captura de leads e aumentar as conversões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, e com o objetivos de tornar o desempenho dos nossos clientes cada vez mais eficaz destacamos 6 ferramentes que, de certa forma, se tornaram indispensáveis ao desempenhar o nosso trabalha em Marketing Digital.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://pt.wordpress.org/"><span style="font-weight: 400;">WordPress</span></a></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O WordPress é a forma mais simples e conhecida de criar seu próprio site ou blog uma vez que é acessível a qualquer pessoa. É uma ferramenta gratuita e flexível </span><span style="font-weight: 400;">que consiste na construção de sites, blogs, portais e e-commerces e até mesmo portfólios.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Google Analytics</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o objetivo de monitorar com eficiência o desempenho online da sua marca e traçar estratégias consistentes para o seu negócio, o Google Analytics é a maior ferramenta de Analytics disponível no mercado. Com o Google Analytics é possível criar indicadores e acompanhá-los sempre com um dashboard personalizado a diferentes setores e empresas.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://optimize.google.com/"><span style="font-weight: 400;">Google Optimize</span></a></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao nível da otimização de conversões, não nos podemos esquecer do Google Optimize. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é uma ferramenta de otimização de sites que permite a realização de testes, utilizando diversas combinações de elementos de código HTML do website, landing pages, imagens, call to action, blog post e formulário, o que contribui bastante para o aumento das taxas de conversão e na satisfação de todos os que o visitam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é uma ferramenta interessante que pode ser utilizada nos vários níveis do funil de vendas.</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.rdstation.com/pt/">RD Station</a></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A RD Station é uma ferramenta de Marketing Digital que contribui para a Automação de Marketing, ou seja, permite fazer mais com menos esforços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde gerar e gerenciar leads, controlar publicações e interações em redes sociais, planear a </span><a href="https://www.organicadigital.com/blog/o-que-e-seo-e-para-que-serve/"><span style="font-weight: 400;">estratégia de SEO</span></a><span style="font-weight: 400;">, analisar performance de campanhas em sites, automatizar e-mail marketing, analisar relatórios e ainda converter, a RD Station é uma ferramenta completa e de referência no mercado de automação e vendas.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://trello.com/"><span style="font-weight: 400;">Trello</span></a></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O Trello é uma ferramenta de colaboração que organiza seus projetos em quadros online. É uma plataforma extremamente versátil que permite organizar projetos que envolvem uma equipa acompanhando as tarefas pessoais de cada elemento. Através de checklists, upload de arquivos multimédia e etiquetas coloridas, o Trello pode ser um aliado no que diz respeito ao planeamento dos seus objetivos e estratégias. </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://www.heropost.io/"><span style="font-weight: 400;">Heropost</span></a></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No que diz respeito á Gestão de Redes Sociais podemos destacar o HeroPost!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Heropost é uma ferramenta que permite agendar o conteúdo que desejar, tanto no Instagram, como no Linkedin, Facebook, Twiter, Youtube, Pinterest, e muitos mais!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode também analisar os resultados de cada publicação e testar a eficácia das suas Hashatgs.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ferramenta que vai contribuir para o desempenho das suas redes sociais de forma rápida e eficaz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas são as ferramentas de </span><span style="font-weight: 400;">Marketing Digital</span><span style="font-weight: 400;"> que vão melhorar e tornar mais produtiva a sua rotina enquanto profissional na área. Para qualquer necessidade ao trabalhar com Marketing Digital existe uma ferramenta capaz de o auxiliar a atingir os seus objetivos, independentemente da dimensão da sua marca. Exprimente e partilhe connosco os seus resultados!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Artigo escrito por:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.linkedin.com/in/b%C3%A1rbara-silva-739a311a0/"> Bárbara Silva</a> &#8211; Estagiária de Marketing</span></p>
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		<title>Afinal, marca, logótipo, identidade visual é tudo a mesma coisa?</title>
		<link>https://blog.goweb.pt/marca-vs-identidade-visual/</link>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Arminda Sá Sequeira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Goweb Guests]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sabia Que]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As marcas constituem um elemento de diferenciação e ganham mais importância na sociedade contemporânea marcada pela saturação de mercados que decorre da crescente globalização e da evolução tecnológica que torna acessível à maior parte das empresas as ferramentas que permitem criar “marcas”. O tipo de marca mais conhecido e utilizado pelas empresas é a marca [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As marcas constituem um elemento de diferenciação e ganham mais importância na sociedade contemporânea marcada pela saturação de mercados que decorre da crescente globalização e da evolução tecnológica que torna acessível à maior parte das empresas as ferramentas que permitem criar “marcas”. O tipo de marca mais conhecido e utilizado pelas empresas é a marca de produto, utilizada para diferenciar os produtos de uma empresa dos da sua concorrência, recorrendo a estratégias de marketing para a sua promoção e posicionamento. E as marcas “de empresa” ou institucionais? É útil a sua criação? Qual a sua finalidade? Qual a sua utilidade?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No artigo de hoje falamos-lhe um pouco sobre a marca institucional e começamos por fazer algumas clarificações de conceitos que por vezes são usados indistintamente.</span></p>
<p><b><i>Marca, logótipo e identidade visual não são a mesma coisa!</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não existe uma definição única de marca, no entanto, a que é mais consensual entre os especialistas é a definição dada pela American Marketing Association que nos diz que a marca é um nome, termo, </span><i><span style="font-weight: 400;">design</span></i><span style="font-weight: 400;">, símbolo ou outra característica que identifique os bens/serviços de um vendedor, distinguindo-os dos outros vendedores. Mas, como podem verificar esta definição refere-se a marca de produto/serviço. As marcas institucionais, isto é, marcas que representam organizações/empresas são outra realidade. Vários autores tentaram categorizar os diferentes tipos de marcas. De Chernatony e Riley (1998) resumiram em doze categorias as marcas a partir da literatura especializada, tendo-as agrupado em dois grandes grupos: </span><b>marca de produto/serviço e marca institucional.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista das </span><b>marcas de produto/serviço, </b><span style="font-weight: 400;">estas focam-se na relação produto/serviço – cliente/consumidor, baseando-se nos aspetos diferenciadores dos produtos em relação aos seus concorrentes, seja através de caraterísticas objetivas do produto/serviço, seja através de caraterísticas mais emocionais. A saturação dos mercados, torna cada vez mais difícil a diferenciação por caraterísticas tangíveis dos produtos/serviços, pelo que as marcas procuram enfatizar cada vez mais os aspetos emocionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Relativamente às </span><b>marcas institucionais</b><span style="font-weight: 400;">, estas dizem respeito à promoção dos atributos da identidade organizacional que identificam e diferenciam uma organização/empresa. Ao contrário das marcas de produto, as marcas institucionais devem representar fielmente a organização e os valores pelos quais se rege, isto é, enquanto os atributos de um produto podem ser “inventados”, extrapolados ou exagerados, como os atributos de base emocional que se referem ao estilo de vida, status, etc., os atributos de uma marca institucional têm de corresponder àquilo que a organização efetivamente é, pratica e defende. Para além disso, as marcas institucionais representam ainda a oportunidade de transmitir valores e atributos dificilmente imputáveis a produtos/serviços, como responsabilidade social, solidariedade, defesa de causas, etc.  </span><b>Adicionalmente uma marca institucional, cujos atributos são credíveis e reconhecidos vai endossar e potenciar a diferenciação da sua oferta organizacional.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No que concerne ao conceito de identidade visual, este refere-se à expressão através de elementos gráficos, visuais e simbólicos de uma marca, seja de produto ou marca institucional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de marcas institucionais, idealmente, a identidade visual deve representar os principais atributos da identidade da organização através de um conjunto de símbolos organizacionais que expressam significados num determinado contexto, sendo que pode assumir a forma de símbolos visuais, de ação ou materiais como logótipo/nome, gama cromática, tipografia, entre outros (Sequeira, 2013).</span></p>
<p><b>Assim sendo, a identidade visual de uma organização define-se como a representação por meios visuais e simbólicos da identidade organizacional, mas para poder ser considerada uma marca, terá de estar registada para que os elementos que a identificam (visuais ou verbais) tenham proteção legal e uso exclusivo desses elementos. Mas para que a marca se torne conhecida e reconhecida tem de haver o desenvolvimento de uma estratégia de gestão da marca, intencionalmente concebida para a comunicar a todos os seus stakeholders. Este é um ponto importante de diferenciação relativamente à marca de produto, cuja estratégia de comunicação tem como principal público alvo, o consumidor e/ou cliente.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b><i>A marca e a comunicação de marca institucional</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como referimos, a criação de uma marca implica a sua proteção legal, pelo que o seu registo é parte importante do processo. Não proceder ao registo legal de uma marca significa ficar vulnerável, podendo qualquer pessoa copiar e usar os elementos da sua marca (como por exemplo, nome/logótipo, símbolos, cores, etc.) e, se fizer o registo dos mesmos, impede o seu utilizador original de continuar a usá-los, mesmo que os tenha criado. Neste caso, pode não conseguir provar, legalmente, que foi o primeiro a criar/usar aquele nome/ logótipo ou símbolo para a sua “marca” (usamos aspas para sinalizar que quando nos referimos a “marca”, estamos a referir-nos à forma como a uma empresa é reconhecida no mercado, que pode não ser igual à sua denominação social ou à designação comercial do seu estabelecimento, antes dela estar </span><b>legalmente registada</b><span style="font-weight: 400;">).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após proteger a sua marca deve definir o processo de gestão da marca, que consiste na definição clara dos objetivos que levaram à criação da marca, à decisão acerca de que atributos vai destacar e que vão ser associados à sua marca, como pretende torná-la conhecida, o que pretende fazer dela no futuro, etc. A gestão da marca consiste num conjunto de atividades que envolvem a comunicação da marca, cujo objetivo é acrescentar valor à marca através do desenvolvimento da notoriedade da mesma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Balmer (2001), uma marca organizacional/institucional deve ser comunicada através de todos os canais de comunicação corporativa, uma vez que a marca organizacional tem como audiência todos os </span><i><span style="font-weight: 400;">stakeholders </span></i><span style="font-weight: 400;">com quem a organização/empresa interage e se relaciona, e não exclusivamente com o mercado, com os seus clientes e consumidores pelo que o tradicional mix da comunicação de marketing é insuficiente. Neste sentido, o autor define três canais de comunicação:</span></p>
<ol>
<li><b></b><span style="font-weight: 400;">     </span><b>Primário: </b><span style="font-weight: 400;">mensagens relacionadas com a identidade organizacional (história, políticas, valores, pessoas), relativas ao comportamento dos seus colaboradores, do produto/serviço da organização, qualidade do serviço, da gestão, etc.;</span></li>
<li><b></b><span style="font-weight: 400;">   </span><b>Secundário: </b><i><span style="font-weight: 400;">mix</span></i><span style="font-weight: 400;"> de comunicação de marketing, publicidade, i.e., comunicação planeada e controlada;</span></li>
<li><b></b><span style="font-weight: 400;">   </span><b>Terciário: </b><span style="font-weight: 400;">relaciona-se com o boca-a-boca/</span><i><span style="font-weight: 400;">word-of-mouth </span></i><span style="font-weight: 400;">entre </span><i><span style="font-weight: 400;">stakeholders </span></i><span style="font-weight: 400;">e redes de contactos, comunicação com origem fora da organização e seus efeitos.</span></li>
</ol>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Os esforços despendidos pela organização neste processo visam a congruência das mensagens nas diferentes plataformas e canais de comunicação organizacionais ou mesmo quando têm origem exterior à organização, (p. ex. notícias na Comunicação Social) e resultam </span></i><b><i>fulcrais </i></b><i><span style="font-weight: 400;">para o desenvolvimento da notoriedade positiva da marca.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A notoriedade de marca, institucional ou de produto, consiste na capacidade de reconhecimento e recordação dos </span><i><span style="font-weight: 400;">stakeholders </span></i><span style="font-weight: 400;">face a uma marca. A notoriedade de uma marca pode ter vários níveis de reconhecimento, sendo que o objetivo é chegar ao nível </span><i><span style="font-weight: 400;">top-of-mind</span></i><span style="font-weight: 400;">, em que a marca é considerada como única ou primeira que surge na sua categoria de organização, produto ou serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gerir uma marca institucional implica adicionalmente a gestão integrada de todos os domínios da marca para que a marca tenha sucesso no seu caminho de criação de notoriedade e credibilidade:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">       </span><b>Elementos da marca</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; nome/logótipo da marca, símbolo, se existir, cores institucionais e eventualmente uma assinatura – estes elementos devem possuir significados congruentes e apoiar-se mutuamente;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">       </span><b>Abrangência da marca</b><span style="font-weight: 400;"> – refere-se às opções que a marca pode representar: se a marca tiver apenas funções corporativas/institucionais, quer dizer que toda a sua oferta organizacional possuirá marcas de produto/serviço diferentes da marca institucional; pode haver ainda uma opção híbrida em que uma marca institucional é comum a </span><b>uma parte</b><span style="font-weight: 400;"> dos seus produtos/serviços </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">       </span><b>Arquitetura &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">refere-se à estrutura de representação visual da marca – elementos gráficos. Pode ser dividida em 3 tipos: </span><i><span style="font-weight: 400;">monolítica </span></i><span style="font-weight: 400;">(utilização de um único nome/logótipo de marca por uma organização), </span><i><span style="font-weight: 400;">endossada </span></i><span style="font-weight: 400;">(típica de empresas que possuem mais do que uma unidade de negócio: as diferentes unidades de negócio  podem ter a sua própria representação visual da marca, mas em termos visuais, é sempre reconhecida como parte da “instituição/marca-mãe”) e independente/</span><i><span style="font-weight: 400;">de marca </span></i><span style="font-weight: 400;">(cada unidade de negócio é possui a sua própria marca é comunicada  de forma independente aos </span><i><span style="font-weight: 400;">stakeholders, não havendo em termos visuais nenhuma ligação à marca-mãe,</span></i><span style="font-weight: 400;"> apesar de  pertencer e poder ser gerida por uma mesma entidade).</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">       </span><b>Identidade de marca:</b><span style="font-weight: 400;"> consiste nos atributos que a marca intencionalmente escolheu para si e que pretende que sejam captados, reconhecidos e confirmados pelos seus stakeholders, sendo fundamental para o sucesso da organização. De acordo com Kapferer (2008), para se construir uma identidade clara é necessário ter bem definidos alguns aspetos sobre a organização: </span><i><span style="font-weight: 400;">visão e objetivos da marca, o que é que a faz diferente das restantes marcas, qual é a necessidade permanente da marca, qual é a sua natureza, os valores, área de atuação e que sinais tornam a marca reconhecida.</span></i></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como pudemos ver ao longo deste artigo, não podemos resumir uma marca à sua representação visual, principalmente quando falamos da marca no domínio institucional. No mercado atual as marcas institucionais constituem um dos principais ativos intangíveis de uma empresa, constituindo uma forma exímia de agregar valor – financeiro e não financeiro – a uma empresa/orgnização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas redes sociais, há uma mensagem que tem circulado nos últimos tempos que diz que as marcas não devem assumir uma postura somente de B2B ou B2C, mas sim de H2H – Human to Human (humano para humano), uma vez que as experiências das pessoas com as marcas ganham cada vez mais importância junto dos consumidores. Neste sentido, a criação de uma marca institucional é uma estratégia para reforçar o lado das relações humanas no mercado empresarial, uma vez que envolve todas os </span><i><span style="font-weight: 400;">stakeholders </span></i><span style="font-weight: 400;">de uma empresa – administração, colaboradores, clientes/consumidores, fornecedores, media, sociedade local, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fontes:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Balmer, J. M. (2001). The three virtues and seven deadly sins of corporate brand management. Journal of General Management, 27(1), pp. 1-17.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">de Chernatony, L. &amp; Riley, D. (1998). Defining A &#8220;Brand&#8221;: Beyond The Literature With Experts&#8217; Interpretations. Journal of Marketing Management, 14, pp. 417-443.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kapferer, J. N. (2008). The New Strategic Brand Management: Creating and sustaining brand equity long term. London: Kogan Page.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sequeira, A. M. (2013). Identidade visual: o simbolismo na identidade organizacional. Obtido de http://recipp.ipp.pt/bitstream/10400.22/1780/1/PP_ArmindaSequeira_2013.pdf</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Silva, M. (2017). A Marca nas Instituições de Ensino Superior: O impacto da marca P. Porto junto dos estudantes do 1.º ano do ISCAP, em 2016/2017. Dissertação de Mestrado, Mestrado em Assessoria de Administração, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Artigo escrito por:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.linkedin.com/in/arminda-sa-sequeira-3566536/">Arminda Sá Sequeira</a>, Professora de Comunicação Organizacional e Estratégica, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto</span></p>
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